

O determinismo genético da pigmentação cutânea não é bem conhecido. Combinações alélicas de genes específicos dão origem a cores que variam do extremo
“preta” ao extremo “branca”, passando por tons intermediários. Como não há consenso internacional quanto ao que é “pele negra”
(por exemplo, conceitualmente, um indivíduo negro nos Estados Unidos pode ser considerado branco no Brasil), é difícil definir o que é e qual grupo
populacional tem “pele de cor”.
A Pele mais escura grande capacidade de proteção natural, já que contém mais melanina. No entanto, também está sujeita a uma incidência maior de manchas.
Apesar de estarem menos propensas aos efeitos nocivos dos raios UV, as peles negras também devem ser diariamente protegidas com o uso de filtros solares,
pois previnem a formação de manchas.
Além disso, as peles negras contêm maior número de glândulas sudoríparas, que causam a transpiração, e são, geralmente, mais oleosas que as peles
brancas - sendo mais propensas à foliculites (pequenas lesões inflamadas nos poros) e acne. A pele negra é mais resistente que a pele branca, o que
contribui para uma aparência mais jovem e para preservar a hidratação interna.
As mulheres negras dificilmente têm problemas com celulite e flacidez, pois geralmente têm mais tonicidade e massa muscular,
mas devem tomar cuidado com as estrias, pois sua pele tem uma trama mais fechada que se rompe com mais facilidade. Assim, as mulheres negras têm que evitar
engordar e emagrecer rapidamente e redobrar a atenção na gravidez.